! Cotchabamba !

. Melhor que Manhatchian .

Desses posts q nunca serão completos… setembro 25, 2010

Filed under: dá um post — Sofia @ 1:25 am

Eu ia postar isso no meu blog pessoal. Eu criei na minha cabeça q escrever faz as coisas aliviarem. Ainda tô na dúvida acerca dessa conclusão precipitada, mas como eu sei q todas se sentem da msm forma q eu e todas queremos dizer algo e não sabemos o quê, decidi escrever e escrever aqui. Se vai aliviar, acalentar, diminuir a dor…sei lá. Mas que fique registrado. Já que isso não sai da minha cabeça e do meu coração, que vá para as letras.

Dizem que nem Jesus agradou a todos. não sei quem foi que proferiu essa asneira, mas provavelmente não conheceu o Xande. Era o tipo da pessoa que nos fazia afirmar com categoria “ow, c vai gostar demais dele”. e não houve um só momento das nossas muitas aventuras conjuntas em que não caímos juntos na risada, em q não ouvimos uma história absurdamente engraçada e inusitada e em q não tívessemos a necessidade de dizer o tanto q eles nos divertia. Mais que tornar tudo mto engraçado, era bom o simples fato de tê-lo conosco. Pelo assunto que nunca acabava, pelos gostos compartilhados, pela cultura, pelas dicas, por nos deixar à vontade pra falar de toda e qualquer coisa.

Quando essa fase de treva começou, eu só conseguia pensar q não fazia sentido eu pensar q poderíamos chegar a esse fim pq logicamente eu não conseguiria viver sem ele. Eu ainda acho. Tá foda, tá doendo, tá angustiante. É um aperto e um vazio que, parece, jamais serão supridos. E eu sei q dói em vcs tb, meninas…Sei que vcs, assim como eu, se apaixonaram por ele e hj vêem essa situação como uma injustiça divina gritante. e sempre haverá, nas nossas conversas, algo a ser lembrado com mto afeto e saudade. As pessoas têm me dito que vai passar essa dor. Que, uma hora, as lágrimas vão acabar. Vcs tb sentem q não? Pois é. O xande foi, sem dúvida, nosso mais fiel companheiro e não dá msm pra acreditar. Fico pensando na alegria dele chegando pra nos encontrar, com aquele look q sempre nos agradava e elogiávamos e tento, tento mesmo, entender a lógica divina. Como nunca peguei as coisas de primeira – nem homens!-, ainda não entendi. Pode ser q a qualquer momento as coisas fiquem mais claras.

Eu queria ter dito mta coisa ainda. Ter terminado algumas conversas. Ter feitos mais planos e concretizado os mesmos. Mas o importante é que eu sempre  declarei meu amor por ele, publicamente ou não. Ele levou consigo não só uma alma ímpar, mas tb muito amor. De todas nós. O prazer foi nosso, meu amigo. Foi não, é. Pq há mta coisa boa a ser lembrada.

Não tô aqui pra falar quem sofre mais – se é q isso existe, pq cada um sabe a dor que tem…sei da contribuição q ele deu a esse grupo e sei q todas sentimos q perdemos um dos nossos. As coisas não parecem ter sentido agora. Mas eu sei (?) q alguém dará um jeito de nos explicar a lógica disso tudo.

O prazer foi nosso, Xande. Ainda não consegui dizer adeus pra vc e pretendo não conseguir. Pq te trago nas melhores lembranças, no meu coração e aguardo nosso reencontro, seja noutro plano espiritual, seja num sonho, seja onde for. Só não me peçam pra aceitar q vc se foi pra sempre pq, data maxima venia, terei q discordar.

Por favor, fique sempre conosco.

A vcs, meninas, fica o meu abraço apertado e emocionado. juntas, nós tivemos ótimos momentos com ele e juntas vamos esperar essa dor passar. amo mto vcs e agradeço por tê-las comigo e por vcs saberem exatamente o q eu sinto agora.

Aos que não conheceram esse figura, eu digo q a vida de vcs poderia ter sido diferente… poderia ter sido bem melhor!

Claro que esse post não contém metade do q eu queria dizer, metade do q eu tive com ele, metade do q vcs pensam, mas, como sempre digo, tudo merece ser registrado aqui…

Um beijo no coração. e que, não obstante o cultivo da saudade, nossa paz chegue logo, pq a dele, dizem, ele já conseguiu…

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Índia, seus cabelos. Joel Coiffeur julho 2, 2010

Filed under: dá um post — Sofia @ 1:15 am

Esse post é para a posteridade. Pra eu nunca esquecer o tanto que já sofri nessa vida.

Eu tenho um trauma,sabe. Eu fico agindo como se tudo estivesse bem…mas não está. Desde que eu nasci, esse problema me persegue. Meu cabelo.

Quando eu ainda freqüentava o maternal, mamãe – q nunca teve talento,né – fazia um rabo de cavalo de LADO. O trem já não era bom e ela fazia isso. blz. (aí hj ela reclama q eu não tenho namorado. Significa). 

Aí, quando eu tinha 10 anos, ela me levou ao Joel e falou assim: “Joel, vê aí q q c consegue fazer.”. Entendi. Ele não conseguiu nada,né, pq naquela época progressiva era só no Japão. Isso sem contar os cortes modernos q eram feitos nessa minha pequenagrande cabeça. Blz.

Uns tempos depois, eu cansei de não ter um cabelo solto digno de sair na rua. Comecei aí minha peregrinação. Tava indo bem. Aí um dia, mamãe DECIDE que shampoo normal dá câncer. Ah tá. Vamo lavar cabelo com o quê, mãe? Com sabão de côco e shampoo neutro. Entendi. Ótimo investimento. Claro q os menininhos não olhavam pra mim nessa época. triste. Aí, qndo ela percebe q essa escolha foi complicada, ela resolve voltar à vida normal. Vai e compra AQUAMARINE. juropordeus. até outro dia ela comprou. Num aprende não.

Aí, adolescência vai, adolescência vem… Resolvo, por motivos econômicos, mudar de cabeleireira e entregar minhas madeixas aos cuidados de uma estranha, sob recomendação da minha irmã. Já devia ter achado q não ia prestar. Claro q ferrou tudo. A pessoa esturricou meu cabelo. Ele caiu. E me dava desespero passar a mão e sentir meus cabelinhos crescendo. blz. a gente supera.

Um dia, tô em casa, me recuperando de todos os traumas supracitados  – capaz – , minha saudosa e maldosa tia q sempre me colocou PRA CIMA passa a mão na minha cabeça e diz: “com um cabelo desses c nunca vai arranjar um namorado”. entendi. que Deus a tenha.

Aí, eu resolvo voltar pro joel. e foi aí meu acerto. Td bem q perdi vários pretendentes ao sair na rua com o cabelo-que-não-podia-lavar-por-cinco-dias e q gastei forturnas, mas valeu a pena. Mto melhor ficar parecida com um cachorro pós-tosa. Mto mais digno. ô. mas dá 4 meses do procedimento feito, a raiz já mostra de onde é q eu vim,né.

Aí, no dia do meu baile, Joel não pôde me atender. Tive que ir a outra aí. sempre foi boa, mas,ne. Joel é Joel. E enquanto ela me enfeita com aquele maravilhoso rabo, ela diz: Menina, q q c fez com seu cabelo q ele quietou?

Pois é. Só encontro gente q me coloca pra cima e q faz eu me sentir bonita.

Hj, retornei ao Joel e finalmente vou  poder usar cabelo solto de novo. Não tenho foto de hj, mas a abaixo é bem ilustrativa e real. Bjo, vamobatercabelonabuatchy

 

Beba Cotchabamba 2 junho 21, 2010

Filed under: dá um post,ficadica — ritoca @ 4:49 pm

Só mais alguns comentários sobre o samba: tá certo que há coisas que o dinheiro não paga – conhecer o amigo do primeiro-ministro de Grenada é uma delas -, mas por que mesmo que todo mundo tava achando que era rico? Assim, nada contra a peregrinação alcoólatra por estabelecimentos belorizontinos, mas QUATRO em uma noite talvez seja um pouco demais para o meu bolso – lembrando que eu não estou doente e por isso não tenho um cartão com vale-refeição infinito, neam? Mas fomos todos na vibe não-sou-eu-quem-me-navega-quem-me-navega-é-o-mar que Jardim muito sabiamente inspirou e até na Praça do Papa fomos parar. Eu acho bom. Já tô me despedindo da cidade mesmo, então é bom que dou tchau pra tudo. Outra coisa: Sofia quebrando paradigmas! hahaha Acho digno. E ainda de quebra arrumou uma casa de praia no CARIBE pra galera! hahaha ORGULHO. Triste foi só a falta de nossas convivas. Como fazem falta! O brinde com nosso drink COTCHABAMBA teria sido muito mais legal, e faria muito mais sentido também, com todas nós juntas, pessoal. Já ia aqui convocando uma noite regada a Cotchabamba em Sabará, mas ficadica de que na busca pela receita do tal drink no Google, um dos cinco resultados direciona para um blog chamado SAFADASUBURBANA.blogspot.com. ANRAM. Isso diz muito sobre nós?

 

Up! maio 23, 2010

Filed under: dá um post — Sofia @ 9:29 pm

Não. Não falo daquela animação bonitinha sobre o velhinho, sua velhinha e a casinha. Vim pra falar da Up, aquele m² que fica ali na Getúlio Vargas, na alta Savassi.

Ontem, eu já não acordei bem,sabe. Uma dor de cabeça difícil de lidar. As meninas na pilha pra sair e eu pensei “por que não?”. Coloquei uma roupa de frio, porque, né, essa cidade é praticamente a Europa. Dor de cabeça persistente. Chego ao O Bar e a noite finalmente começa. Moço, traz uma Coca-Cola porque hoje cerveja não desce. Moço, me vê um Sprite porque o estômago não tá bom. É. E as demais curtindo uma cevada porque é isso que faz um sábado à noite parecer mais divertido. Daí, o Rafa avisa que a Up tá bombando, e já que a gente descartou o samba e a reinauguração da amada Velvet, vamo,né? Afinal de contas, como não ter diversão com uma festa que tem Lady Gaga no meio? Pois é. Vamo,gente. Pegamos o taxi, sandra já anunciando que poderia estar bêbada, eu quase dormindo e é isso aí.

Daí, lá pelas tantas, vamos, né? Diversão já na fila, “oi, gui”, “oi, moço último da fila”, e ao som de Bad Romance e da interpretação da Sandra na escada, minha comanda é preparada e a gente já se anima pelo resto da noite.

Aí, a gente entra. Perdi 70% da água do meu corpo simplesmente existindo naquele lugar (e com roupa de frio, frise-se). E, de repente, Fábio Jr, Mário, Cast, Rafa e toda a população da Caramelo dançando, pulando, quicando e divindo um lugar q é 1/3 da amada Velvet. O DJ nos conquistou com Rosana, J Lo, Britnéya dos nossos tempos, Mambo nº 5, Glee (L), entre outros. Muitas performances, zero álcool, pole dance, muita pegação – não nossa -, parede suada e água,água,água escorrendo pelos nossos bronzeados e loiros corpos. Chega uma hora que não dá mais,né. Vamo pagar,gente. Vamo embora. Tô com fome, quero um Mc Chicken, por favor. Tá. e o FRIO que tava fazendo do lado de fora…nada direi. Se eu comi meu Mc? não. Esperei meu motorista por meia hora e não comi. Na verdade, participei “marromenos” de uma discussão acerca do quê nossas saídas nos acrescentam. Pra mim, sinceridade,elas dão história pra contar. E me tira caloria. Mas eu acho que sou a única que pensa assim. Agora, CLARO que eu vou me divertir muito com a meta- Swingers pq,né, sou dotada de um admirável mimetismo. Velvet, te perdôo por te traíres. Mas que isso não se repita!

No mais, vcs me perdoem a falta de humor, sarcasmo, ironia e tudo mais do post. Acordei totalmente down.

 

o que mais, pessoal? maio 16, 2010

Filed under: 1,dá um post — ritoca @ 5:10 pm

Seguindo a tradição errada de só usar isso aqui como lugar de comentários da noite passada, bora lá falar do aniversário da integrante mais pop de nosso Cotcha, claro que só posso estar falando de Sofia, a.k.a. Charlene, Horácio’s Hands, mais carinhosamente Sofizinha, Soft, Sofs, Crô, Sossô, a mineira mais carioca-no-bom-sentido do nosso coração. Isso tudo pra expandir um pouco mais o post, pois, como a maioria já sabe, a autora aqui ficou alcoolicamente inconsciente parte do tempo. Então, só quero parabenizar mesmo a aniversariante, não pelo aniversário, mas pelo carisma, afinal, reunir tanta gente não é fácil – e talvez não seja motivo de parabéns, mas ok. E, assim, mesa mais heterogênea não era fácil de achar em BH – ok, talvez hetero não seja o prefixo certo, mas, opa, aqui é todo mundo amigo e a conta não vai dar problema – vibe só possivelmente presente em causas de Sofia. Noite animada, aniversariante saltitando de lá para cá em todos os cantos da mesa, enganando geral que tava gostando da festa, e, entre um choro de um lado e tequilas de outro, galerê foi ficando bêbada, simpática to each other (ou não) e em pé, porque mesa pra 20 pessoas realmente não comporta 40, gente, que absurdo. E, no final, vamo todo mundo, inclusive os erroneamente listrados e/ou indevidamente convidados, pra Velvet, pessoal? Vamos? Não. Só os seletamente selecionados pra lista, certo? Não também. Mas eu fui e os outros que importam também. E, ao som de Tik Tok, porque a gente quebra tudo meeeeermo, pessoal resolve beber mais. Mais tequila, mais drinks coloridos e mais cerveja, pra não misturar, porque isso que faz a gente passar mal e perder a consciência… anram. E então faltaram poles pro dancing de algumas e sobraram pretendentes pra outras, enquanto outra dormia fragil e vergonhosamente em um canto doce da nossa querida Velvetchy, ambiente propício pra todas as nossas vontades e absurdos, como já dizia Tatazinha. Ao raiar do dia, McDonalds fechados, bolsas encervejadas, casais feitos e quase desfeitos, o sono sempre nos espera, obrigada, vamos em paz, prontas pra próxima que já já vem aí.

Beijos e vamos diversificar a tradição?

 

Do dia que eu conheci o homem da minha vida. soquenão. abril 4, 2010

Filed under: dá um post — Sofia @ 1:48 am

E aí, pessoal? Tô num bom humoooor. hummmm. mentira. mas é que eu tenho q fingir que tenho bons dias.

Pois ééééé. Feriadaaaao. Peguei o busaaaao. Encontrei Thaisaaao e Ritaaao, lá no Travessaaaaaao. OK. parei. Aí, o garçonzinho-que-não-é-nosso-amigo me pede minha identidade “vc parece ter 17 anos”. É. Devo ter msm. me comporto feito tal. tá. Basicamente, a quem interessar, a noite  – e parte da nossa manhã – teve o seguinte desenrolar:

1 – Travessa. Barrilzinho. Uma briga, climão e depois conversa como se nada tivesse acontecido. Petiscos super variados. Aham. prontofechou e a minha vida não é Show de Truman. fim.

2 – Mc Donalds e um novo sanduíche que me agradou menos que o beijo quádruplo.

3 – Assacabrasa e diversas confissões, desabafos e revelações. Na pauta, aquele assunto q é vida,né. Todo mundo precisa, nem todo mundo gosta, mas todo mundo se diverte. E vamos aí denunciar depiladoras pq elas andam abusando demais. Meu sonho era poder relatar aqui – pq, sim, eu lembro  – o diálogo travado e as lições da noite. só q, né. nossos parentes lêem nosso blog e talvez nossos futuros chefes tb o façam. Portanto, recato a gente vê por aqui. Daí, um minc chega e pergunta se pode sentar com a gente: Não, pode não. cara de desprezo padrão. Galera acha q a gente quer socializar no assacabrasa. francamente. aí, depois de um 6×0 contra o Chatuiunense-Chabicoiensemotherfucker, a gente resolve sair do Galo e ir pra Velvet. e é sempre nessa hora q a minha memória falha. Pq será,né?

4 – Velvet. Love me love me, say that you love me. Como não amar esse lugar? marcão, faz nossas comandas aí, pq a noite é uma criança. Ei thiaaaaaaago, que saudaaaaaaade. Muito simpáticas. Pedro, me vê aquela bebida azul, por favor. aí, vem uma bebida vermelha. ops, blz, tá gelada e tá uma delícia. Meu deus do céu, quem é esse q ta chegando na Thaís? Sai, filho. Rita, cuidado pro Thiago não chegar em vc na fila do banheiro. E eu? Hum. Gente, essa bebida me deixou bêbada. Vou ali xingar o Pedro. Pedro diz: Bebe água aí,Sofia! Que beber água o que, meu filho. Vc não é meu pai e eu já sou advogada. por favor, não posso mais beber. Brigada. E vamo dançar os hits únicos dos artistas vários pq a noite é nossa. gente, esvaziou, quantas horas? 5h? Uai. vamo então. Aí vem Thiago esboçando uma dancinha, oferece suco +Mais de Manga e, né, é esse o sinal. Beijos, Velvet, sempre bom passar a noite com vc. E pq msm q Tatasinha abraçou o segurança que a gente não gosta? Jamais saberei. E pq msm q ela sugeriu Black Out e A Obra? Coelhinho Duracell.

5 – Md Donalds de novo. PQP, tá LOTADO. Virou Axé Brasil. Ei, pex, ei pastel! tô na fila, tô na moda e quem É ESSA DE SOMBRA BRILHANTE, ROSA, COM DUAS MAÇÃS TATUADAS NO BUSTO? ainda bem q eu não sei. sete mil horas passam e OLHA LÁ O HOMEM DA MINHA VIDA.Acompanhado. Tava na Velvet e provavelmente não tinha visto o rosto da mulher q tava pegando,PQ,NÉ. Filhodaputa tá me encarando e eu só sei disso pq tô olhando acidentalmente pra ele tb. Passam sete mil horas, sentamos, comemos e o bem não pára de olhar. Porra, não sei paquerar. e a pamonha da acompanhante tá lá dormindo e esperando os amigos (um deles, gay da FDUFMG. rá rá rá). vai embora msm, fdp, ninguém mandou me trocar por isso aí. E, de repente, as três DORMEM na mesa pq resolvem q vão esperar o céu clarear pra pegar ônibus. #espíritoaventureiro. ZZZZzZzZzZZ Nuh, que barulho é esse? Briga. Polícia. Homens, Socos, tiracamisá. Uma menina algemada do nada por TRÊS policiais e cadê Datena nessas horas? Sério. vamo ali pro ponto.

6 – Uma manhã de outono.um friozinho. vontade de fazer xixi. ponto de ônibus fedido. um mendigo na Augusto de Lima. Sono do capeta. Rita com sede e uma senhora oferece a  água que ela pega no trabalho antes de sair. Na blusa dela, vem a propaganda www.barandaluz.com.br . e então: 2215A. Tchau, meninas, mamãe me aguarda.

Um friiiio dentro do onibus, minha blusa parecia que queria sair do meu corpo. Padaria em frente de casa aberta e bomdiamãe. “Uai, já ia te ligar agora.vou fazer café”. Até agora não compensei o sono e é por isso q eu tô em casa num sábado à noite.

Restante de Cotcha, voltem logo pq a vida não tá fácil e a gente tá com saudade. Ouvi Sabará? Ouvi? Topo,pqnão.

 

Acredito na diversidade março 28, 2010

Filed under: 1,dá um post — tuty @ 10:51 pm

Duas rapidinhas:

1. Setting: Travessa, na minha magic-Friday-accidentally-in-love. Ação: vem o vendedorzinho-engraçadinho-NOT de amendoins da Savassi — o mesmo que, em sua prévia aparição, havia me chamado de Kelly Key, a quem respondi que aquilo definitivamente não era um elogio e blábláblá — e me chama de Angelina. Porque Jolie e eu somos gêmeas separadas ao nascer? Nããão. Por causa dos lindos cabelos igualmente loiros? Nããããão. Porque estava lá com meus trocentos filhos somalianos? Nãããããããããão! Pelo mais importante: porque eu estava com o Brad. #Superseriãojuropordeus

2. Setting: matagalzinho de Confins — a.k.a. “selva” —, no meu sábado-escoteiro-sobrevivente-revivendo-o-cm, sendo eu a ‘zero-meia’, entre 3 milicos e 68 outros sobreviventes, 60 dos quais super voluntários-empolgados-gererê-gererê-uéleéssedê. Frações subsequentes:  – ‘Zero-meia, vem aqui ajudar a limpar o frango!’ ‘Não, obrigada.’ ‘Tá com nojinho, zero-meia?’ ‘Não, não, é que não sei msm… e, tá, tô com nojo tbm.’  – ‘Zero-meia, vc já matou alguém?’ ‘Não. Pffff.’  – Um botijão de gás em chamas à frente da galerê: ‘Zero-meia, tá com cara de quem quer ir pra casa, então é sua vez, vem aqui!’ ‘Sim, senhor’ (ironia perceptivelmente mode on). Meto eu o dedo e apago o fogo.

FIM.